{"id":3799,"date":"2017-11-17T13:14:55","date_gmt":"2017-11-17T13:14:55","guid":{"rendered":"http:\/\/projetoabelha.com.br\/?p=3799"},"modified":"2017-11-17T13:35:40","modified_gmt":"2017-11-17T13:35:40","slug":"rachel-de-queiroz-grande-mulher-grande-inspiracao","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.projetoabelha.com.br\/?p=3799","title":{"rendered":"Rachel de Queiroz, grande mulher, grande inspira\u00e7\u00e3o!"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong><a href=\"http:\/\/projetoabelha.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/raquel-de-queiroz-escritora-tradutora-dramaturga-e-jornalista-lendo.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-3800 alignleft\" src=\"http:\/\/projetoabelha.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/raquel-de-queiroz-escritora-tradutora-dramaturga-e-jornalista-lendo-300x171.jpg\" alt=\"\" width=\"296\" height=\"169\" srcset=\"http:\/\/www.projetoabelha.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/raquel-de-queiroz-escritora-tradutora-dramaturga-e-jornalista-lendo-300x171.jpg 300w, http:\/\/www.projetoabelha.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/raquel-de-queiroz-escritora-tradutora-dramaturga-e-jornalista-lendo-768x438.jpg 768w, http:\/\/www.projetoabelha.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/raquel-de-queiroz-escritora-tradutora-dramaturga-e-jornalista-lendo-1024x584.jpg 1024w, http:\/\/www.projetoabelha.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/raquel-de-queiroz-escritora-tradutora-dramaturga-e-jornalista-lendo-240x136.jpg 240w, http:\/\/www.projetoabelha.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/raquel-de-queiroz-escritora-tradutora-dramaturga-e-jornalista-lendo.jpg 1237w\" sizes=\"(max-width: 296px) 100vw, 296px\" \/><\/a>Rachel de Queiroz<\/strong>, autora de grande destaque na fic\u00e7\u00e3o nordestina foi a primeira mulher a ingressar na\u00a0Academia Brasileira de Letras e galardoada com o\u00a0Pr\u00eamio Cam\u00f5es. Nasceu em Fortaleza \u2013 CE, no dia 17nde novembro de 1910. Al\u00e9m de escritora, foi uma tradutora, romancista,\u00a0jornalista, cronista prol\u00edfica e importante dramaturga\u00a0brasileira&#8230; Grande mulher, grande inspira\u00e7\u00e3o! Saiba mais&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Filha de intelectuais, Rachel de Queiroz descendia pelo lado paterno do romancista Jos\u00e9 de Alencar. Ainda crian\u00e7a, mudou-se com a fam\u00edlia para o Rio de Janeiro, fugindo da seca de 1915. (O fato seria depois tematizado em &#8220;O Quinze).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Logo em seguida, a fam\u00edlia mudou-se de novo, indo para Bel\u00e9m, onde ficou dois anos. Em 1917, voltou para Fortaleza, pois o pai foi designado juiz na capital cearense.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1921, Rachel ingressou na escola normal, onde se diplomaria em 1925.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estreou em jornal em 1927, com o pseud\u00f4nimo Rita de Queiroz. Em 1930, aos 20 anos, publicou &#8220;O Quinze&#8221;, seu primeiro romance. Tratando dos flagelados e da pobreza nordestina, foi bem recebido pela cr\u00edtica, tendo merecido coment\u00e1rios de intelectuais como Augusto Frederico Schmidt e Gra\u00e7a Aranha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na d\u00e9cada de 1930, Rachel entrou para o Partido Comunista Brasileiro, desenvolvendo milit\u00e2ncia pol\u00edtica em Pernambuco (em 1937, chegaria a ser presa).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Casou-se com Jos\u00e9 Auto da Cruz Oliveira em 1932. Na mesma \u00e9poca, colaborou como cronista para jornais e revistas e publicou uma s\u00e9rie de tradu\u00e7\u00f5es, de autores como Jane Austen, Balzac e Dostoievski.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1937, saiu o romance &#8220;Caminho de Pedra&#8221;. Dois anos depois, foi a vez de &#8220;As Tr\u00eas Marias&#8221;. Em 1948, suas cr\u00f4nicas foram reunidas na antologia &#8220;A Donzela e a Moura Torta&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A autora estreou no teatro em 1953, com a pe\u00e7a &#8220;Lampi\u00e3o&#8221;. Em 1958, publicou &#8220;A Beata Maria do Egito\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos anos 1960, Rachel de Queiroz passou a colaborar com o governo militar, sendo nomeada para integrar o Conselho Federal de Educa\u00e7\u00e3o em 1967.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1969, lan\u00e7ou &#8220;O Menino M\u00e1gico&#8221;, seu primeiro romance infanto-juvenil. Em 1975, publicou o romance &#8220;Dora Doralina&#8221;. Dois anos depois, tornou-se a primeira mulher a entrar para a Academia Brasileira de Letras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Traduzida para diversos idiomas, tendo ainda livros adaptadas para o cinema e a televis\u00e3o, Rachel de Queiros obteve amplo reconhecimento por sua obra. Em 1989, a Jos\u00e9 Olympio Editora publicou sua &#8220;Obra Reunida&#8221;, em cinco volumes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1992 escreveu &#8220;Memorial de Maria Moura&#8221;, romance que lhe trouxe diversos pr\u00eamios, entre eles o prestigiado Cam\u00f5es, dedicado ao melhor autor do ano em l\u00edngua portuguesa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aos 92 anos, dormindo em sua rede, morreu Rachel de Queiroz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Atualizada em 2\/3\/10, \u00e0s 17h53.<\/p>\n<p>Fonte:<br \/>\n<a href=\"https:\/\/educacao.uol.com.br\/biografias\/rachel-de-queiroz.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/educacao.uol.com.br\/biografias\/rachel-de-queiroz.htm?cmpid=copiaecola<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rachel de Queiroz, autora de grande destaque na fic\u00e7\u00e3o nordestina foi a primeira mulher a ingressar na\u00a0Academia Brasileira de Letras e galardoada com o\u00a0Pr\u00eamio Cam\u00f5es. 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